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Em "Sexo Anal", um livro inusitadamente não-pornográfico, Luiz Biajoni brinca com hemorróidas, jornalismo e o destino incerto das pessoas que não têm mais o que fazer na vida.
Altamente recomendável, principalmente porque todo mundo gosta de Sexo Anal.
O que as pessoas falaram de Sexo Anal:
As razões para eu ter gostado do livro Sexo Anal do Luiz Biajoni são várias.
Primeiro porque é ágil. A história não é morna (se eu estivesse com
o livro na mão, teria até queimado os dedos) está sempre acontecendo
algo, sempre deixando o leitor com vontade de saber o que vai
acontecer. Li o livro numa tarde só, tem umas 200 páginas, atendia
clientes e voltava para ler o resto.
Em seguida, porque é um livro agressivo, bruto, mas sem perder a sua
leveza, uma leveza que faz você passar os olhos calmamente pelo texto,
conhecendo cada personagem.
É um livro muito real. Ninguém pode dizer que é mentira ou fantasia nada disso que ele escreveu. Minha irmã queria um livro de leitura fácil, que não fosse parado, que a mantivesse entretida. Emprestei para ela o meu exemplar do Sexo Anal, do Luiz Biajoni.
Sexo Anal, de Luiz Biajoni, é
um livro para o mais empertigado romântico. Não pelas incríveis
histórias e acontecimentos que nele vão se sobrepondo, ou pelas
demosntrações de amor de uma ou outra personagem no decorrer da
narrativa, mas pela lição final que é nada menos que um tapa de luvas,
sem as luvas, nas convenções, nos dogmas romanescos dos moralistas.
SemiÓtica
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